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16 de Outubro de 2018
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    Fast Food da Política: Jogo propõe ensinar política e falar sobre as eleições 2018

    Justificando
    Publicado por Justificando
    há 4 meses

    Em agosto de 2015, em uma viagem do Ônibus Hacker pelo Brasil, uma das paradas foi uma manifestação em Brasília, em que Júlia Carvalho e outros integrantes, tiveram a ideia de fazer uma intervenção para aplicar os jogos e provocar reflexão e diálogo sobre as reivindicações. Naquele cenário de fervor e indignação, a pergunta central era se os manifestantes de fato conheciam as consequências legais de suas solicitações. Por meio dos jogos, entraram em cena as regras que regem o funcionamento da Política, as pessoas se surpreenderam e, de um jeito rápido e criativo, puderam compreendê-las.

    Nasceu então a Fast Food da Política, com o objetivo de promover a compreensão do Estado e da Política Brasileira de maneira dinâmica e criativa. A organização sem fins lucrativos desenvolve e aplica processos de educação compostos por metodologias, jogos e técnicas de gamificação como ferramentas para disseminar o aprendizado de conteúdos complexos. Em 2017, a organização foi vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social na categoria educação.

    Um jogo especial para as eleições 2018

    Neste ano de eleições, com a sociedade nitidamente polarizada os cidadãos estão experienciando emoções e paixões políticas cada dia mais fortes. Para direcionar racionalmente este processo a Fast Food da Política criou o kit de Jogos de Eleições 2018 para que mais pessoas possam aprender sobre o funcionamento do processo eleitoral brasileiro.

    O kit é composto por 5 jogos para compreender os principais processos da eleição, e cada jogo aborda um tema diferente: a história do voto no nosso país e suas implicações sociais, a competição no sistema proporcional, o que pode ou não ser prometido por cada candidatura, a discussão dos planos de governo ou a falta deles e, por fim, a desigualdade entre gêneros na disputa eleitoral.

    Para Lays Morimoto, umas das idealizadoras do projeto a abordagem em relação à desigualdade entre gêneros busca desmistificar alguns sensos comuns adotados por grande parte das pessoas, que acreditam que mulheres não querem ocupar espaços públicos de tomadas de decisão, como a política. “Quando falamos do assunto de maneira lúdica, trazendo uma série de dados e mecanismos, aprofundamos a discussão para compreender que falta de representatividade de mulheres na política vai muito além da vontade individual.”, completa a empreendedora social.

    Campanha de financiamento coletivo

    Para aumentar o impacto desses jogos, a organização lançou a campanha de financiamento coletivo com o objetivo imprimir e distribuir kits de jogos de Eleições para diversas organizações em todo o Brasil. Até o momento, foi viabilizada a entrega dos jogos para pelo menos 10 estados brasileiros e a campanha já conta com quase 190 apoiadores, totalizando até o fechamento desta matéria R$ 29.000 reais em doações. A campanha só atingirá o seu sucesso se bater a meta de arrecadar R$ 50.000 reais até o dia 17/06, caso contrário todo dinheiro retorna para os doadores e o financiamento coletivo volta à sua estaca zero. É tudo ou nada!

    Conheça o projeto

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